segunda-feira, 28 de março de 2016

Fotografias com mais de anos questionam a identidade do gênero.

Em uma caixa que anunciava “privado”, uma incrível coleção de placas de vidro foi encontrada há 30 anos, entre o acervo restante dos dois fotógrafos de retrato Marie Høeg (1866-1949) eBolette Berg (1872-1944).
Em 1895, eles fundaram o estúdio Berg & Høeg em Horten, uma base naval com um estaleiro para a marinha norueguesa, onde fotografaram retratos e vistas da comunidade e arredores e viviam com a venda destas produções. A coleção do Preus Museum, o Museu Nacional de Fotografia da Noruega, possui 440 negativos de vidro da dupla.
O conteúdo da caixa “privada” poderia ser qualquer coisa, qualquer lembrança pessoal desinteressante para o público. Ela revelou, porém, algo muito mais inesperado: Os negativos continham imagens que os dois fotógrafos tiraram um do outro fazendo cross dressing, em sessões onde interpretavam vários ‘papéis’.
Apesar de divertidas, as imagens refletem algumas expectativas (ou a falta de) em relação à liberdade das mulheresSegundo relata o museuMarie Høeg, que posa na maioria das fotos, iniciou grupos para lutar pelos direitos das mulheres. As fotografias divulgadas são reproduções digitais das placas de vidro originais.
Veja a seguir as belas imagens feitas há mais de 100 anos, sobre um assunto que, em 2016, não foi tirado da caixa completamente:
















Fonte: hypeness

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